20180419

Os capitais que fluem para offshores


A legalidade nem sempre é sinónimo de legitimidade

A rendabilidade dos capitais resulta de condições optimizadas que as multinacionais e os capitalistas de topo encarregam os governos e as classes políticas de concretizar. Entre essas condições estão as vantagens fiscais criadas nos offshores ou paraísos ficais e que têm como contrapartida a enorme punção fiscal que impende sobre a multidão

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20180402

Uma questão premente. Como sair do capitalismo (concl)

Sumário
1 - Um quadro global de abordagem
2 – Caraterização da actual paisagem neoliberal
3 – O papel nefasto das classes políticas
4 - A captura ideológica

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20180325

Uma questão premente. Como sair do capitalismo (1)

                                                           

Há uns 100 anos, dominava entre os trabalhadores mais avançados um pensar global, humanista e solidário, enquanto as burguesias nacionais de então, se mostravam nacionalistas e em guerras constantes para se roubarem umas às outras.
Hoje, perante o predomínio de um capitalismo globalizado que captura os estados-nação e captura e manipula as classes políticas, a chamada esquerda regrediu ideologicamente, clamando por soberania e patriotismo, tornando-se mais um quisto agarrado ao pote. 
...
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20180209

Recenseamento


Quem não tem grupo
De recrutamento
Não tem direito
A recenseamento

(Se eu fosse professor a sério, era capaz de escrever sonetos com decassílabos e tudo; como sou um mero "técnico especializado", só me saem quadras populares.)

20180203

Os dez anos de crise – ganhadores e perdedores

Dez anos depois, as medidas neoliberais, a única coisa que apresentam é um sistema financeiro frágil e uma nova bolha especulativa em crescimento; e o aumento do consagrado PIB mantém-se anémico baseado em salários baixos e no desempenho chinês. Os keynesianos também não brilham como alternativa...

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20180122

O futuro precário do estado-nação (4)




(partes 1, 2 e 3 aqui, aqui e aqui)
 


Os modelos recentes de gestão do capital – o keynesiano e o neoliberal – revelam nas crises a sua inadaptação, sem conjurarem as causas da pobreza, das desigualdades, das guerras, com o novo fenómeno das massas de refugiados e o agudizar de um clássico – os desastres climáticos e as alterações climáticas,
O que se revela nas últimas décadas é o esboroar do poder autónomo dos estados-nação e a condução das suas classes políticas pelas multinacionais – responsáveis por 70% dos transportes de mercadorias – em parceria com um sistema financeiro sobredimensionado, rolando em pista própria, sem esquecer a importância de um impune capital do crime.
Para essa crise na infraestrutura económica e social acrescenta-se o descrédito da “democracia representativa”, que não é democrática e representa muito poucos e a decrepitude da esquerda tradicional de raiz leninista. Um palco onde eclode o ovo da serpente fascista, sem que se afirme uma crítica radical, organizada e sem nacionalidades, à esquerda.

D – A chegada ao sufoco neoliberal
 
18 - A mudança para o paradigma neoliberal
19      – O acelerar da globalização capitalista; o encurtamento do tempo  
   19.1 – A transição portuguesa
20 - O caráter global da formatação ideológica
21 - O pós-crise de 2008


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